Mais uma vez, caí no chão
Mas dessa vez, não doeu
Pois o meu corpo já não sentia mais
De tanto sofrer se esqueceu
O que se sente quando se ama alguém
Mas desse jeito, não me sinto mais vivo
Quero sofrer de amor mais uma vez
Sentir aquela pontada no coração
Que dói mas alerta, que aperta e desperta
De um mundo vazio, de terror
Então ela apareceu, me comoveu
É tão forte, entra tão fundo
Me faz sentir o sol em mim
Estou de volta mais uma vez
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Céu
De longe tão perto alcanço
De tão grande não abraço
venha, me empurre esse balanço
me faça voar em suas estrelas
como uma canção, me faça brilhar
e em tua escuridão eu possa vê-la
para que então possa voltar
para o meu mundo, para o meu chão
para onde vivo longe de ti
mas podendo te ver em todo dia de solidão
e assim acalmar esse pobre coração
que toca a batida de minha vida
em uma bela melodia sustenida
De tão grande não abraço
venha, me empurre esse balanço
me faça voar em suas estrelas
como uma canção, me faça brilhar
e em tua escuridão eu possa vê-la
para que então possa voltar
para o meu mundo, para o meu chão
para onde vivo longe de ti
mas podendo te ver em todo dia de solidão
e assim acalmar esse pobre coração
que toca a batida de minha vida
em uma bela melodia sustenida
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Em frente
Em meio à escuridão se faz a luz
esperança aprisionada se liberta
à procura do destino, o seduz
tenta alcançar e acertar
o que sempre quis pegar
mas sou fraco, preciso de ajuda
e assim seguir em frente
seguir o que posso conseguir
e ter sempre em mente
que não vou achar se ficar sentado
esperança aprisionada se liberta
à procura do destino, o seduz
tenta alcançar e acertar
o que sempre quis pegar
mas sou fraco, preciso de ajuda
e assim seguir em frente
seguir o que posso conseguir
e ter sempre em mente
que não vou achar se ficar sentado
sábado, 21 de fevereiro de 2009
A procura
o que fazer se não a encontra
entre os vapores da água que cai
transparentemente se desfaz
em correntezas que vão contra
tudo aquilo que desejo
mudando o rumo, mudando o que vejo
fugindo daquilo que sempre quis achar
talvez um rio que nunca vai chegar
mesmo sem perder o fôlego e continuar
talvez nunca irei chegar
melhor mudar o que procuro
algo mais seguro, talvez a paz
por que o que quero não vou achar
mesmo ela existindo.
entre os vapores da água que cai
transparentemente se desfaz
em correntezas que vão contra
tudo aquilo que desejo
mudando o rumo, mudando o que vejo
fugindo daquilo que sempre quis achar
talvez um rio que nunca vai chegar
mesmo sem perder o fôlego e continuar
talvez nunca irei chegar
melhor mudar o que procuro
algo mais seguro, talvez a paz
por que o que quero não vou achar
mesmo ela existindo.
Sons ao silêncio
Sons me seguem aonde eu vou
uma gota de água me consola
destrói o silêncio que sou
me mostra e me devora
as linhas do tempo, da ilusão
a solidão opcional que me pertence
que me preenche, falsa esperança
e me alcança a falsa paz
e que me faz sentir que posso ter meu fim
que mesmo assim o teria sem me arrepender
sem perceber que simplesmente não vivi
Sons do tempo, soam tão lentamente
passam despercebidas a cantar
melodias que tocam gentilmente
músicas que me fazem viajar
rumo ao céu.
rumo ao meu céu.
onde posso me encontrar
e mostrar-me que viver é bom
um som de gotas d'águas.
uma gota de água me consola
destrói o silêncio que sou
me mostra e me devora
as linhas do tempo, da ilusão
a solidão opcional que me pertence
que me preenche, falsa esperança
e me alcança a falsa paz
e que me faz sentir que posso ter meu fim
que mesmo assim o teria sem me arrepender
sem perceber que simplesmente não vivi
Sons do tempo, soam tão lentamente
passam despercebidas a cantar
melodias que tocam gentilmente
músicas que me fazem viajar
rumo ao céu.
rumo ao meu céu.
onde posso me encontrar
e mostrar-me que viver é bom
um som de gotas d'águas.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Passeio
Uma viagem em meus sonhos, uma passada no inconsciente
uma parada no real sem perder a conciência
surfar na ilusão, correr contra a mente
repousar nas nuvens de minha incoerência
Um passeio onde não vejo o fim
uma amostra de minha insanidade
em desvaneios me perco em mim
uma mentira que se torna verdade
uma volta ao redor da escuridão
me vejo ao chão, me vejo ao céu
me vejo no espelho de minha alma
me vejo em pedaços e em remendos
calejamento
Uma resistência criada, futuras dores suportadas
Meu inconsciente mais corajoso, mais destrutivo
o medo é minha arma e me trás coragem
me transforma naquilo que quero ser
me faz pular rumo ao vento que me trouxe
me faz sonhar mais uma vez o amanhecer
Amanhã irei voar, mesmo sem asas
uma parada no real sem perder a conciência
surfar na ilusão, correr contra a mente
repousar nas nuvens de minha incoerência
Um passeio onde não vejo o fim
uma amostra de minha insanidade
em desvaneios me perco em mim
uma mentira que se torna verdade
uma volta ao redor da escuridão
me vejo ao chão, me vejo ao céu
me vejo no espelho de minha alma
me vejo em pedaços e em remendos
calejamento
Uma resistência criada, futuras dores suportadas
Meu inconsciente mais corajoso, mais destrutivo
o medo é minha arma e me trás coragem
me transforma naquilo que quero ser
me faz pular rumo ao vento que me trouxe
me faz sonhar mais uma vez o amanhecer
Amanhã irei voar, mesmo sem asas
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Complicação desnecessária
Por que sempre complicamos tudo? o tempo é tão curto
odeio perder-lo sem um sorriso no rosto
com sentimentos de raiva ou desgosto
odeio perde-lo em silencio.
Alguns têm muitos humores, eu tenho dois
Minhas dores são suportadas normalmente
e felicidades recebidas facilmente
Nada complexo, nada difícil de ser
nada que possa me arrepender
não complico algo tão simples
simplesmente vivo simplesmente
odeio perder-lo sem um sorriso no rosto
com sentimentos de raiva ou desgosto
odeio perde-lo em silencio.
Alguns têm muitos humores, eu tenho dois
Minhas dores são suportadas normalmente
e felicidades recebidas facilmente
Nada complexo, nada difícil de ser
nada que possa me arrepender
não complico algo tão simples
simplesmente vivo simplesmente
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